Ilustração de bolha de IA conectada a gráficos financeiros e ícones de CRM

Estamos diante de um debate intenso sobre o futuro da inteligência artificial. Especialmente quando olhamos para 2026 e toda a movimentação de mercado em torno do tema. Será mesmo que estamos próximos de uma bolha de IA? Ou, como defendem grandes investidores e especialistas, estamos apenas vivendo mais uma onda natural de ajuste, com promessas de crescimento para setores como CRM e experiência do cliente (CX)? Vamos destrinchar argumentos, números, reflexões e tendências nesse cenário, usando referências reais e também práticas tiradas do nosso dia a dia com soluções como a SprintHub.

O contexto do otimismo e medo: afinal, há ou não uma bolha?

Discursos recentes de nomes como Anand Thaker, Keith Teare, Larry Augustin e Scott Beechuk se mesclam com pesquisas que mostram um mercado dividido. Segundo estudos publicados pela Funds Society, 52% dos entrevistados já veem ganhos diretos de produtividade trazidos pela IA. Para outros 26%, esse aumento só virá após 2026. O entusiasmo é grande, mas há também o receio, especialmente pelo crescimento acelerado de startups, altas avaliações e incertezas quanto à receita real de algumas dessas empresas.

É marcante perceber que, de acordo com uma pesquisa do Deutsche Bank, 57% dos investidores acreditam que a maior ameaça ao mercado em 2026 é justamente uma queda nas avaliações de tecnologia movida por IA. Ou seja, existe sim o temor de uma bolha, ainda que o entusiasmo pelo novo ciclo continue vigorando.

Entre otimismo e receio, cresce a dúvida: excesso de confiança pode levar a uma bolha?

Separando vencedores e perdedores: o que diz o mercado?

Em diversos painéis e entrevistas, Larry Augustin ressalta: o grande movimento que veremos nos próximos anos será a separação entre empresas com modelos econômicos sustentáveis e aquelas que sempre dependeram de capital fácil. Segundo ele, negócios que realmente crescem sua receita com IA devem sustentar avaliações elevadas, enquanto empresas sem tração vão, inevitavelmente, desaparecer.

Esse cenário faz investidores diversificarem suas apostas. Em nossa leitura, eles trabalham hoje com a ideia de aumentar ganhos nos grandes vencedores, aceitando inevitavelmente algumas perdas entre as startups que não vão prosperar. Isso não é novo, mas ganha força com a corrida em torno de IA, bots, plataformas de CRM inteligente e automações como as oferecidas pela SprintHub.

A era de ouro da expansão de margem e seus desafios

Keith Teare traz uma visão quase otimista: para ele, estamos entrando na “Era de Ouro da Expansão de Margem”, época em que a tecnologia permitirá a redução drástica dos custos, aumento dos lucros brutos e menor dependência dos salários tradicionais, graças a plataformas automatizadas.

Isso significa que, ao adotarmos IA nos processos, como já ocorre com CRM omnichannel, chatbots inteligentes e automações de marketing, vemos custos operacionais caírem e resultados financeiros melhorando. Mas, claro, há o desafio social: qual será o lugar das pessoas numa economia cada vez mais automatizada?

  • Redução de custos operacionais
  • Ganhos de margem bruta
  • Ajustes na força de trabalho

Essas mudanças já são sentidas no nosso segmento. A eficiência que plataformas como SprintHub entregam mostra como a IA reduz etapas manuais, conectando vendas, marketing e atendimento.

Os custos reais da IA e o desafio das margens

Muitos, no entanto, ainda duvidam que esse momento de expansão vigorosa dos lucros já está acontecendo. Larry Augustin alerta que os negócios de software, especialmente os movidos por IA, ainda convivem com margens brutas modestas pelo alto custo dos modelos de linguagem e infraestrutura. Empresas com ótimos produtos podem ter margens de só 10%, por conta dos investimentos em tecnologias e servidores, principalmente GPUs e data centers.

Centro de dados moderno com racks de servidores iluminados e processadores de alta performance

Por isso, muitas empresas não buscam, neste momento, lucros líquidos expressivos. Como indica Keith Teare, o ideal é investir em crescimento, desde que a conta básica feche. Ou seja, o negócio precisa fazer sentido em cada operação individual. É uma postura que já seguimos com a SprintHub: priorizamos a expansão de funcionalidades, integrações e capacidade, sem perder de vista a sustentabilidade do negócio.

Construindo infraestrutura demais? A comparação com a internet em 1995

Scott Beechuk apresenta uma analogia interessante: ele compara a construção atual de infraestrutura para IA (GPUs, grandes data centers, nuvens privadas) com o momento de 1995, quando quilômetros de fibra óptica foram instalados para a internet. Surge a dúvida: estamos instalando recursos em excesso? Ou essa infraestrutura será absorvida gradualmente?

“A dúvida só será respondida quando os aplicativos realmente usarem o que estamos construindo.”

A resposta, acredita Beechuk, só virá conforme novos serviços e plataformas entrem em uso e amadureçam. Podemos, sim, repetir o padrão histórico: construir além da demanda imediata, para garantir crescimento futuro.

O que acontece se houver excesso?

Para Anand Thaker, o risco de “infraestrutura sobrando” não é de todo ruim. Ele relembra exemplos da internet e do setor financeiro, nos quais os investimentos em excesso puderam ser reaproveitados rapidamente, especialmente depois de crises como a de 2008. O raciocínio é: mesmo que parte das apostas não se pague imediatamente, a base construída impulsiona inovação e facilita o crescimento na sequência.

Estrutura de fibra óptica desocupada, parcialmente iluminada, conectando prédios altos em uma cidade moderna

Olhando para o CRM, o mercado de CRM deve ultrapassar US$ 250 bilhões até 2032, impulsionado justamente por essa combinação de digitalização, inteligência artificial e estratégias de fidelização de alta escala. Nesse ambiente, vemos muitos jogadores, grandes inovações, e a certeza de que a infraestrutura não se perderá, mas sim será usada por novas soluções.

O impacto prático para CRM e CX: o que mudará de fato?

Em nossa atuação com SprintHub, notamos reflexos práticos da adoção de IA e automação em vendas, marketing e atendimento. Os dados confirmam: estudo internacional mostra que a adoção de IA reduziu 45% do tempo gasto em tarefas administrativas e aumentou em 27% as taxas de conversão de leads, além de entregar ROI de 3,5x em apenas um ano. Porém, os desafios existem, 67% relatam resistência à mudança e 45% enfrentam custos relevantes na implementação.

Na experiência do cliente, chatbots com inteligência artificial e automações personalizadas estão mudando o foco do relacionamento: o contato fica mais fluido, ágil, conectado. O cliente sente a presença, mesmo sem saber que fala com robôs treinados. Ferramentas do tipo CRM integrado, automações e gestão omnichannel diminuem falhas e criam jornadas muito mais ricas, como temos na SprintHub.

Ajuste de mercado, não bolha tradicional

Em tudo o que acompanhamos, tanto dentro dos times da SprintHub quanto em debates com líderes de mercado, não vemos o típico cenário de bolha dos anos 2000. Em vez do colapso generalizado, a tendência é de ajuste: empresas mais preparadas vão crescer, outras vão sair do jogo e, de todo esse movimento, surgirão serviços melhores e infraestrutura pronta para uso futuro.

O mais interessante é que a definição de “bolha” começa a perder sentido. Afinal, todos reconhecem que investimentos em IA podem ter ciclos de excesso, mas dificilmente gerarão perdas irreparáveis. O que sobra é reaproveitado, e as ondas de crescimento seguem com força. Temos aqui mais um capítulo de adaptação do mercado, e não de colapso.

Bancos de dados avançados, robôs e automações vão continuar fazendo parte dessa história. Assim como novas gerações de CRM e plataformas centradas na experiência do cliente. E, para quem constrói soluções, o desafio será aprender rápido, ajustar as rotas e garantir que cada ponto de contato traga resultados, tanto para empresas quanto para clientes finais. Vale a pena acompanhar conteúdos como os da categoria de automação ou saber mais sobre bots de IA no atendimento para se preparar para essa jornada.

Conclusão: construção, incerteza e oportunidades

Se em 2026 viveremos uma bolha? Nossa análise, alinhada com grandes pensadores e investidores do mercado, é que o ciclo atual será de triagem natural e não de explosão catastrófica. Apesar das incertezas, a base construída nunca se perde e a demanda tende a crescer conforme novas soluções tomam forma.

Aproveitar esse momento é pensar em crescimento, flexibilidade e reinvenção contínua. Aqui na SprintHub, seguimos justamente nesse caminho, investindo em tecnologia e entregando soluções para CRM, vendas, CX e automação que integram o melhor da inteligência artificial com resultados práticos. Quer saber o que a IA pode realmente fazer pelo seu negócio? Conheça mais sobre nossas soluções e transforme seu relacionamento com clientes a partir de hoje.

Perguntas frequentes

O que é a bolha de IA?

A bolha de IA é o termo usado para descrever uma possível supervalorização do mercado de inteligência artificial, com expectativas e investimentos acima da capacidade real de retorno no curto prazo. O conceito sugere que pode haver excesso de capital investido em empresas ou infraestrutura que não entregam resultados sustentáveis, mas, como mostramos, grande parte do que é construído tende a ser reaproveitada no futuro.

Como a bolha de IA afeta o CRM?

O setor de CRM é impactado pelo ciclo de investimento em IA, pois muitas novas ferramentas oferecem automações, chatbots, segmentação de leads e análise preditiva. Esse avanço pode criar grandes vencedores entre as empresas de CRM, mas também excluir plataformas menos adaptadas, separando quem realmente entrega valor com IA de quem depende apenas da “onda” do momento.

Vale a pena investir em IA em 2026?

Pelos dados do mercado e opiniões de especialistas, vale, sim, apostar em empresas e soluções que mostram crescimento real nas receitas, uso prático da IA e capacidade de adaptação. O fundamental é avaliar se cada operação faz sentido econômico e escolher parceiros que continuem inovando, como fazemos em todas as atualizações da SprintHub.

Quais os impactos da IA no CX?

A IA tem revolucionado a experiência do cliente, oferecendo interação personalizada, atendimento 24x7, reduções de espera e análise em tempo real de demandas. Chatbots, automações e CRM inteligentes ajudam empresas a criar jornadas completas, conectadas e cada vez mais humanas, mesmo quando a gestão é feita por algoritmos avançados. Quem deseja aprimorar sua estratégia pode acompanhar artigos e dicas em conteúdos sobre mensuração de ROI em campanhas CRM.

A IA pode prejudicar os investidores?

Existe o risco de perdas para investidores em empresas pouco preparadas ou que queimam capital sem criar bases sólidas. Porém, como destacam analistas, a tendência é de ajuste natural, com os grandes vencedores superando eventuais perdas dos negócios menos estruturados. A visão majoritária é que o setor seguirá sólido, especialmente para quem aposta em soluções concretas e flexíveis.

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